A História da OPPO: De fábrica de MP3 na China a uma das maiores fabricantes de smartphones do mundo

A História da Oppo

A marca que você talvez não conheça — mas que está em quarto lugar no mundo

Se você perguntar a qualquer pessoa na rua quais são as maiores fabricantes de smartphones do planeta, as respostas mais comuns serão Samsung, Apple e talvez Xiaomi. Poucos vão mencionar a OPPO. E é exatamente por isso que a história dessa empresa merece ser contada.

A OPPO é, hoje, uma das quatro maiores fabricantes de smartphones do mundo. Está presente em mais de 60 países, tem mais de 40 mil funcionários e investe bilhões de dólares em pesquisa e desenvolvimento a cada ano. Mais de dez vezes foi reconhecida como uma das maiores geradoras de patentes tecnológicas do planeta.

E tudo começou com um leitor de MP3 numa cidade industrial do sul da China, em 2004.

Esta é a história da OPPO: uma empresa que saiu do anonimato para redefinir câmeras de celular, inventar tecnologias de carregamento rápido copiadas pelo mundo inteiro e ambicionar um lugar entre as gigantes da tecnologia global.

A OPPO faz parte do grupo BBK Electronics — o mesmo conglomerado por trás da OnePlus, Realme, Vivo (a chinesa, diferente da operadora brasileira) e iQOO. Somando todas essas marcas, o grupo BBK é efetivamente o maior fabricante de smartphones do mundo. Mas a OPPO é a mais antiga, a mais global e, em muitos aspectos, a mais inovadora do grupo.

O pai de tudo: Duan Yongping e a BBK Electronics

Para entender a OPPO, é preciso primeiro entender quem a criou — e a história começa bem antes de 2004.

Duan Yongping é um dos empresários mais fascinantes e menos conhecidos do mundo da tecnologia. Nascido na China, ele construiu sua primeira fortuna na década de 1990 transformando uma empresa estatal quase falida em um sucesso de vendas de eletrônicos. Depois disso, fundou a BBK Electronics — um conglomerado que, ao longo dos anos, se tornaria dono de algumas das marcas mais relevantes do setor.

Duan também é conhecido por ser um dos maiores admiradores do investidor Warren Buffett. Em 2006, ele pagou US$ 620 mil em leilão para almoçar com Buffett — na época, o maior valor já pago pelo encontro. Uma curiosidade que diz muito sobre o caráter estratégico e ambicioso do homem por trás da BBK.

A BBK Electronics foi estruturada em divisões independentes com focos diferentes. A OPPO foi uma delas — registrada como marca em 2001 e lançada oficialmente como empresa em 2004, sob a liderança de Tony Chen (Chen Mingyong), que até hoje comanda a companhia.

Tony Chen e Duan Yongping apostaram desde o início em uma filosofia que seria marca registrada da OPPO: investir pesado em design, experiência do usuário e inovação de produto. Não para ser a mais barata do mercado, mas para ser a mais desejada.

2004 a 2008: os primeiros passos — de MP3 a celular

Uma empresa de eletrônicos de consumo

Quando a OPPO foi fundada em 2004, em Dongguan — uma cidade industrial no sul da China —, ninguém poderia imaginar que aquela empresa viria a competir com Samsung e Apple. O foco inicial era bem diferente: a OPPO fabricava leitores de MP3, leitores de MP4, players de DVD e aparelhos de Blu-ray.

Esses eram produtos populares no começo dos anos 2000, e a OPPO se destacou pelo design elegante e pela qualidade de construção. Enquanto muitas empresas chinesas competiam no preço, a OPPO apostava na experiência premium. Era o embrião de uma identidade que persistiria por toda a história da marca.

A empresa também desenvolveu uma divisão americana — a OPPO Digital, sediada em Menlo Park, no coração do Vale do Silício — focada em equipamentos de áudio e vídeo de alta fidelidade para o mercado ocidental. Seus leitores de Blu-ray eram especialmente respeitados entre os audiófilos.

2008: o primeiro celular

No final de 2006, o fundador Tony Chen tomou uma decisão que mudaria completamente o futuro da empresa: migrar para o mercado de telefones celulares. O timing era perfeito — o iPhone havia sido lançado em 2007 e o mundo estava prestes a mudar.

Em 2008, a OPPO lançou seu primeiro aparelho: o OPPO A103. Era um feature phone simples — não um smartphone —, mas marcou o início de uma nova era para a empresa. A OPPO havia entrado no mercado que a tornaria uma gigante.

OPPO A103, primeiro celular lançado pela marca em 2008, com teclado físico e design compacto.
O começo de tudo: em 2008, a OPPO entrou no mercado mobile com o A103 — simples, funcional e marcando o início de uma gigante global.

2011 a 2013: entrando na era dos smartphones — e do design

Em 2011, a OPPO lançou o Find — seu primeiro smartphone de verdade. Era um aparelho que tentava competir com o design refinado do iPhone da Apple e com a robustez técnica dos aparelhos Android de ponta da época. Para a China, onde as marcas locais geralmente competiam apenas em preço, foi um movimento ousado.

A OPPO entrou no jogo dos smartphones com uma postura clara: não somos a opção mais barata, somos a opção mais bonita e mais inteligente. Isso se refletia nos materiais usados, no acabamento dos aparelhos e nas campanhas de marketing — que frequentemente contavam com estrelas do pop e do cinema asiático.

Entre 2011 e 2013, a empresa lançou vários modelos das linhas Find e R, consolidando-se como uma das marcas de smartphone mais desejadas na China. A filosofia de design premium com tecnologia de ponta começava a ganhar forma.

Curiosidade: a OPPO foi um dos primeiros fabricantes chineses a investir massivamente em patrocínios com celebridades asiáticas — atores, cantores e influenciadores do K-pop. Essa estratégia, bastante comum hoje, era inovadora à época e ajudou a construir uma imagem de marca jovem, moderna e desejada entre os consumidores.

2014 a 2016: VOOC, câmeras e a corrida pela inovação

O nascimento do VOOC — a revolução do carregamento rápido

Em 2014, a OPPO fez algo que ninguém havia feito antes com a mesma eficiência: lançou o sistema de carregamento rápido VOOC, junto com o Find 7. O nome era uma abreviação de Voltage Open Loop Multi-step Constant-Current Charging — uma tecnologia que carregava baterias em uma fração do tempo normal, sem superaquecer o dispositivo.

O VOOC foi um divisor de águas. Enquanto outros fabricantes lutavam para aumentar a capacidade das baterias, a OPPO resolveu o problema pelo outro lado: tornar o carregamento tão rápido que a autonomia deixava de ser uma preocupação. “Carregue por 5 minutos, use por 2 horas” — esse foi o slogan que apresentou o VOOC ao mundo.

A tecnologia foi tão bem-sucedida que virou referência global. Hoje, praticamente todos os fabricantes de Android têm sua própria versão de carregamento rápido — muitas delas tecnicamente baseadas nos mesmos princípios que a OPPO patenteou. O SuperVOOC, apresentado na MWC de 2016, elevou ainda mais a velocidade, chegando a carregamentos de dezenas de watts — uma raridade absoluta na época.

A câmera que virou referência

Enquanto desenvolvía o VOOC, a OPPO também estava apostando pesado em outro diferencial: as câmeras. A empresa foi pioneira em câmeras frontais de alta resolução, em um momento em que selfies estavam se tornando um fenômeno cultural.

Em 2016, a OPPO lançou o F1 Plus com uma câmera frontal de 16 megapixels — um número inédito para a época. Rapidamente, a marca ficou conhecida como “a marca da selfie” em vários mercados asiáticos. Era uma estratégia cirúrgica: enquanto a concorrência competia no processador ou no preço, a OPPO conquistava um público específico com um único atributo diferenciado.

2018: o Find X no Louvre — design que parou o mundo

OPPO Find X apresentado como flagship premium com design futurista e sistema de câmera deslizante.
A chegada ao mundo: em 2018, no Museu do Louvre, a OPPO apresentou o Find X — um salto ousado em design e inovação.

Se há um momento na história da OPPO que pode ser chamado de “chegada ao mundo”, foi em junho de 2018, quando a empresa escolheu o Museu do Louvre, em Paris, para apresentar seu novo flagship: o Find X.

O evento em si já era uma declaração de intenções. O Louvre — o museu de arte mais famoso do mundo — não é lugar para qualquer produto. É para objetos que pretendem ser considerados obras de arte. E o Find X tinha esse nível de ambição.

O Find X trouxe uma solução radical para um problema que o setor inteiro enfrentava: como ter uma tela sem notch (aquela interrupção no topo do display) sem abrir mão das câmeras? A resposta da OPPO foi ousada: câmeras motorizadas retráteis. Ao receber uma chamada ou abrir o aplicativo de câmera, o topo do aparelho deslizava mecanicamente para fora, revelando as lentes. Quando não estava em uso, as câmeras ficavam completamente escondidas — deixando a frente do aparelho como uma tela sem interrupções.

O Find X foi aclamado mundialmente. Era bonito, diferente e funcionava bem. Para a OPPO, foi o sinal de que a empresa estava pronta para competir com os melhores do mundo — não apenas na Ásia, mas globalmente.

No mesmo ano de 2018, a OPPO realizou a primeira chamada de vídeo multiplayer em rede 5G via WeChat — uma demonstração pública de que a empresa estava na vanguarda tecnológica. Era o início de uma fase de grandes apostas em 5G e conectividade de próxima geração.

2020 a 2023: parceria com Hasselblad e a busca pela perfeição fotográfica

Uma câmera de luxo no seu bolso

Se o VOOC resolveu o problema da bateria, e o Find X revolucionou o design, o próximo capítulo da OPPO seria sobre fotografia. E para escrever esse capítulo, a empresa decidiu fazer parceria com uma das marcas mais lendárias da história da fotografia: a Hasselblad.

A Hasselblad é uma empresa sueca fundada em 1841 e famosa, entre outras coisas, por ser a câmera que foi à Lua com os astronautas da Apollo. Suas câmeras médio-formato custam dezenas de milhares de dólares e são usadas pelos fotógrafos mais exigentes do mundo. Trazer esse nome para um smartphone era uma declaração potente.

A parceria foi formalizada nos modelos Find X5 e aprofundada no Find X6 e Find X7. A Hasselblad colaborou na calibração de cores, na qualidade das lentes e no processamento de imagem — resultando em fotos com tons de pele mais naturais, detalhes mais nítidos e uma paleta de cores que os especialistas consideraram superior à da maioria dos concorrentes.

O zoom periscópico e a era do Find X

Enquanto desenvolvia a parceria com a Hasselblad, a OPPO também avançava em outra frente: o zoom óptico de longa distância. A empresa foi uma das pioneiras na adoção do sistema de câmera periscópica em smartphones — uma solução que dobra a lente dentro do corpo do aparelho para permitir zooms ópticos muito maiores sem aumentar a espessura do celular.

O Find X6 Pro, lançado em 2023, foi aclamado pelo site especializado DxOMark como um dos celulares com melhor câmera do mundo em sua época.

A família BBK: OnePlus, Realme e a estratégia de múltiplas marcas

Enquanto a OPPO crescia e se tornava mais premium, o grupo BBK percebeu que havia outros mercados a conquistar. E para isso, criou — ou incubou — novas marcas.

OnePlus: o “assassino de flagships”

Em 2013, a OPPO ajudou a criar a OnePlus — uma marca focada em oferecer desempenho de topo a preços menores, vendida principalmente pela internet, sem lojas físicas. O slogan “Never Settle” (Nunca se contente) e a estratégia de venda por convite criaram um enorme buzz no mercado ocidental. A OnePlus tornou-se cult entre entusiastas de tecnologia nos EUA e na Europa.

Realme: o volume para as massas

Em 2018, foi a vez da Realme nascer como submarca da OPPO — antes de se tornar independente dentro do grupo BBK. A Realme apostou em celulares com boas especificações e preços muito baixos, conquistando rapidamente mercados como Índia, Sudeste Asiático e Europa.

Com OPPO no topo (premium), OnePlus no meio (desempenho a preço justo) e Realme na base (volume e acessibilidade), o grupo BBK cobria praticamente todo o espectro do mercado de smartphones. Uma estratégia de portfólio que poucas empresas no mundo conseguiram executar com esse nível de eficiência.

Dado impressionante: somando OPPO, OnePlus, Realme, Vivo e iQOO, o grupo BBK Electronics chega a ser o maior vendedor de smartphones do mundo — superando Samsung em determinados trimestres. A maioria dos consumidores não sabe disso porque cada marca opera de forma independente e aparentemente sem conexão com as outras.

A conquista do mundo: de Dongguan para 60 países

A expansão internacional da OPPO foi gradual, mas consistente — e seguiu uma lógica clara. A empresa começou pelos mercados mais próximos culturalmente da China, depois avançou progressivamente para regiões mais complexas.

Sudeste Asiático: o trampolim

A primeira grande expansão internacional aconteceu em 2009, com a entrada no Sudeste Asiático — especialmente em países como Indonésia, Vietnã, Tailândia e Malásia. Esses mercados tinham muito em comum com a China: população jovem, crescimento rápido na adoção de smartphones e sensibilidade a preço combinada com desejo por design moderno.

A OPPO rapidamente se tornou uma das marcas mais vendidas da região. Na Indonésia, por exemplo, chegou a ser a número um em participação de mercado — ultrapassando Samsung em certos períodos.

Europa: chegando ao Velho Mundo

Em 2018, a OPPO deu um salto estratégico: entrou na Europa. O mercado europeu é um dos mais exigentes do mundo — consumidores sofisticados, regulamentações rígidas, forte presença de Apple e Samsung. Não era um caminho fácil.

A empresa estabeleceu o Centro Internacional de Design em Londres, sinalizando que levava a sério a presença europeia. O Find X e os modelos Reno foram os carros-chefe dessa expansão, e receberam cobertura positiva da imprensa especializada do continente.

América Latina: um novo território

O próximo passo natural foi a América Latina. Em 2020, a OPPO estreou no México em parceria com as operadoras Claro e Telcel. O sucesso foi imediato — a empresa cresceu 78% em apenas um ano naquele mercado.

Chile e Colômbia vieram logo depois. E em setembro de 2022, chegou a vez do maior mercado da região: o Brasil.

A OPPO no Brasil: uma chegada estratégica e um plano ambicioso

Setembro de 2022: a estreia

A entrada da OPPO no Brasil foi cuidadosamente calculada. A empresa optou por não chegar com seu modelo mais caro e arriscado — escolheu um intermediário premium para testar as águas: o Reno 7, vendido inicialmente por R$ 2.999.

Os aparelhos foram disponibilizados na Amazon e em lojas físicas da Vivo (a operadora brasileira), uma escolha estratégica que misturava o alcance do e-commerce com a capilaridade das lojas de telefonia. O primeiro ano foi de aprendizado — entender o mercado, calibrar preços, construir reconhecimento de marca.

OPPO Reno7, smartphone intermediário premium escolhido para marcar a entrada oficial da marca no Brasil.
Entrada estratégica: a OPPO chegou ao Brasil com o Reno7, um intermediário premium pensado para equilibrar custo, desempenho e aceitação de mercado.

2024: fabricação nacional com o Grupo Multi

Em maio de 2024, veio uma notícia que sinalizou o comprometimento real da OPPO com o mercado brasileiro: parceria com o Grupo Multi (antiga Multilaser) para fabricar smartphones no Brasil. Com produção nacional, os aparelhos ficaram mais baratos e mais acessíveis, e as vendas passaram a ser concentradas no Magazine Luiza — uma das maiores redes varejistas do país.

Fabricar localmente no Brasil não é uma decisão simples. Exige investimento, adaptação e compromisso de longo prazo. Para a OPPO, foi o sinal de que o Brasil não era apenas mais um mercado — era uma aposta estratégica de peso.

2025-2026: o plano de domínio

Com a operação da América Latina crescendo 49% em 2025, a OPPO revelou sua meta mais ambiciosa para o Brasil: se tornar a segunda marca mais vendida entre os aparelhos Android até 2029 — atrás apenas da Samsung.

Para isso, a empresa ampliou seu portfólio para a faixa de R$ 1.000 — o segmento de maior volume do Brasil —, aumentou os investimentos em marketing e expandiu a presença em lojas físicas pelo país. O Find X9 Pro, lançado em 2026, foi o primeiro flagship da marca no Brasil — com câmera Hasselblad de 200 megapixels, bateria de 7.500 mAh e a maior autonomia já registrada no país.

OPPO Find X9 Pro com design premium e câmera avançada, representando o flagship da marca no Brasil.
Novo capítulo: o Find X9 Pro marca a estreia oficial da OPPO no Brasil com um flagship completo, focado em performance e fotografia.
A OPPO ocupa hoje um andar inteiro de um prédio corporativo no Brooklin Novo, em São Paulo. A sala inicial ficou pequena. A equipe — que fala mandarim, inglês e português — trabalha em ritmo de expansão acelerada. O Brasil não é mais uma aposta. É uma prioridade.

Linha do tempo: a trajetória da OPPO em datas

2001Registro da marca OPPO
A marca é registrada na China pelo grupo BBK Electronics, fundado por Duan Yongping.
2004Fundação oficial da OPPO
Tony Chen (Chen Mingyong) funda a empresa em Dongguan, China. Foco inicial em MP3, MP4 e DVD players.
2008Primeiro celular
Lançamento do OPPO A103, o primeiro aparelho da marca — ainda um feature phone (celular com funcionalidades básicas, em oposição aos smartphones mais avançados e modernos).
2011Entrada nos smartphones
Lançamento do OPPO Find, o primeiro smartphone da marca. Início da expansão para o Sudeste Asiático.
2013Criação da OnePlus
A OPPO ajuda a incubar a OnePlus, marca focada em flagships acessíveis para o mercado global.
2014Revolução do carregamento
Lançamento do VOOC, sistema de carregamento rápido que vira referência mundial. Lançado com o Find 7.
2016SuperVOOC na MWC
Apresentação do SuperVOOC na Mobile World Congress. A tecnologia supera todos os concorrentes em velocidade.
2018Find X no Louvre
Apresentação do Find X em Paris, com câmeras motorizadas retráteis. Primeiro 5G e entrada na Europa.
2018Nascimento da Realme
A Realme nasce como submarca da OPPO antes de se tornar marca independente dentro do grupo BBK.
2020América Latina
OPPO entra no México, Chile e Colômbia. Início da conquista da América Latina.
2022Chegada ao Brasil
Estreia no Brasil com o Reno 7. Vendas via Amazon e lojas Vivo. Abertura de escritório em São Paulo.
2023BBK dissolvida
O grupo BBK é dissolv. OPPO torna-se marca independente. Find X6 Pro recebe elogios do DxOMark.
2024Fabricação nacional
Parceria com o Grupo Multi para produzir celulares no Brasil. Vendas exclusivas pelo Magazine Luiza.
2026Find X9 Pro no Brasil
Lançamento do primeiro flagship da OPPO no Brasil. Câmera Hasselblad 200 MP, bateria de 7.500 mAh.

As grandes inovações que definiram a OPPO

1VOOC e SuperVOOC (2014/2016)
Sistema de carregamento rápido que revolucionou o setor. Copiado por concorrentes e ainda referência em velocidade e segurança.
2Câmera motorizada retrátil (2018)
O Find X trouxe câmeras que aparecem e somem mecanicamente, permitindo tela sem notch — uma solução de design inédita.
3Câmera selfie under-screen (2021)
A OPPO foi pioneira na câmera frontal embutida sob a tela (under display), eliminando qualquer interrupção no painel.
4Parceria com Hasselblad (2022+)
Colaboração com a lendária marca sueca de câmeras para calibração de cores e qualidade óptica nos modelos Find X.
5Dupla câmera periscópica (2024)
O Find X7 Ultra foi o primeiro smartphone do mundo com dois sistemas de zoom periscópico independentes.
6Câmera de 200 MP com periscópio (2025/2026)
O Find X8/X9 trouxe sensor de 200 megapixels em lente telefoto periscópica — redefinindo os limites do zoom em smartphones.

Conclusão: de Dongguan para o mundo — uma história ainda em construção

A história da OPPO é, em muitos aspectos, a história da China moderna: uma empresa nascida na periferia do mundo tecnológico que, em duas décadas, chegou ao centro.

Em 2004, ninguém apostaria que uma fábrica de players de MP3 em Dongguan competiria de igual para igual com Samsung e Apple. Mas foi exatamente isso que aconteceu. A OPPO construiu sua reputação uma inovação de cada vez: o VOOC mudou o carregamento, o Find X redefiniu o design, a Hasselblad elevou a fotografia.

No Brasil, a marca ainda está escrevendo seus primeiros capítulos. A meta de ser a segunda maior marca Android do país até 2029 é ambiciosa — mas a OPPO não tem histórico de fazer apostas modestas.

Para o consumidor, isso é uma boa notícia. Mais um competidor sério no mercado significa mais inovação, melhores preços e mais opções. E a OPPO, ao longo de sua história, nunca foi o tipo de empresa que entra para ficar em segundo plano.

A OPPO hoje: presente em mais de 60 países, mais de 40 mil funcionários, entre as dez maiores geradoras de patentes globais por cinco anos consecutivos. Em 2025, a operação na América Latina cresceu 49%. E no Brasil, o plano é ambicioso: ser a segunda maior marca Android do país em 2029. A história da OPPO ainda está sendo escrita — e o capítulo brasileiro mal começou.

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